Monomania
Amor não é um sentimento simples ou vazio. O amor é tão vivo, garboso, gostoso de sentir que não há limitações. Com isso, eu não me restrinjo ao senti-lo e não amo-te apenas uma vez. Não amo-te simplesmente por ser quem eu sempre pedi para a minha vida, mas amo ainda mais pela pessoa que tu és.
Com a vida soberba que possuo, encaro como uma sorte e uma vitória ter-te por perto. Há qualidades dentro do seu eu que enchem-me os olhos e que encantam-me fogosamente, tornando vivo apenas um desejo: amar-te até os últimos segundos de vida.
Se todas as minhas escolhas erradas me direcionou a você, eu anseio em errar pela segunda vez, terceira vez, milésima vez. Cobiço o desejo de te ver ao fechar os olhos, satisfazendo a vontade rotineira de ver o seu sorriso mais uma vez ao dia. Nem que seja rápido, de relance, como uma miragem. Nem que seja por um milésimo de segundo.
Inexplicável e impossível será dizer um dia o que apenas dá para sentir eternamente. Sentimento que tira-me o ar, encantador como o balanço das folhas das árvores que observo no fim da tarde. Sentimento que perde toda a sua graça quando tentamos descreve-lo, uma vez que é somente necessário eterniza-lo dentro dos vossos corações para durar para sempre.
Amor… uma palavra que, por mais que a escrita seja boba, é de um sentimento infinito. Após você, não me restaram dúvidas ou confusões, incógnitas ou objeção pois tu tens a capacidade de clarear os meus passos de criança perdida que começa a ter um rumo, e esse rumo sempre será até ti.
Carregado e tão rico de qualidades, não desejaria nunca que tu fosses de outra maneira. Tu possuis um jeito único que conquista-me. Ouso dizer que se tu não tivesses este jeito cativante, inventaria ti novamente, exatamente do jeito que tu és. Anseio em viver no seu bom humor, morar na sua bondade e dançar com seu carinho.
Não há uma quantidade suficiente que encha o meu apuro de você. Desfruto dos teus defeitos e medos para encantar-me, uma vez que eles se tornam as suas qualidades. Não culpe-me, mas sim o meu insolente coração, que roga por mais de tu’alma para bater vigorosamente.
Tu és o sonho que sempre pedi ao fechar os olhos. A boa notícia é que o meu pedido foi ouvido e quando abri os olhos, tu aparecestes. Mantenho-os abertos, não quero te perder de vista, nem te perder da minha vida.
Perdoa-me pela incapacidade de lhe falar o que há de tão grande dentro de mim, mas compenso-te ao lhe amar.
Por: Greice Carolina
Belíssimo texto, minha cara! Escrito com muita identidade e me fez lembrar de primeiros amores, como são gostosos e, ao mesmo tempo, dolorosos de lembrar.
ResponderExcluirUm abraço,
Tom José
www.negativismosaudosista.blogspot.com
Lindo texto, você escreve super bem.
ResponderExcluirSempre que puder, faça uma visita la no meu blog.Beijos e desde já, muito obrigada.
blogthaynamartins.blogspot.com
Obrigada! <3
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