E ntra, mas não repara a bagunça que é esse meu coração que bate por ti. Ama, mas de mansinho, para me ganhar de fininho, e aos poucos me roubar para si. Fica, mas fica comigo me faz de abrigo que assim eu vivo mais tranquilo por te ter por aqui. Vem, mas vem sem medo, sem segredo, por que ainda é cedo e assim cedo, o meu amor. Morre, mas morre de amor, de saudade, de vontade, e de coragem. De, simplesmente, simplicidade e não se esquece de morrer de felicidade. Por que de onde venho amar é antiquado, mas veja bem, meu bem, eu não estou errado. A vida é muito curta para não viver um grande amor. Simplesmente curta o que é amar o amor. Escrito por: Greice Carolina. sete/março/dois mil e dezessete.
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