Q ue as palavras de afeto sejam absorvidas E que as palavras malditas sejam apenas dissolvidas. Que o amor seja suficientemente grande, Capaz de nos deixarmos sem saber como, Nem quando, Nem onde. Que deixemos nossos corpos queimarem Com o desejo fervescente, Nos deixando indecentes, Inocentes e nos lembre de como é Sermos adolescentes. Que o tempo passe, mas que o tempo dure. Que o tempo machuque, mas que o tempo cure. Que o tempo nos una, mas que o tempo também nos fortuna. Que o tempo se transforme em eternidade Para nós esquecermos a saudade, a falsidade E o resto da humanidade. Por: Greice Carolina
E ntra, mas não repara a bagunça que é esse meu coração que bate por ti. Ama, mas de mansinho, para me ganhar de fininho, e aos poucos me roubar para si. Fica, mas fica comigo me faz de abrigo que assim eu vivo mais tranquilo por te ter por aqui. Vem, mas vem sem medo, sem segredo, por que ainda é cedo e assim cedo, o meu amor. Morre, mas morre de amor, de saudade, de vontade, e de coragem. De, simplesmente, simplicidade e não se esquece de morrer de felicidade. Por que de onde venho amar é antiquado, mas veja bem, meu bem, eu não estou errado. A vida é muito curta para não viver um grande amor. Simplesmente curta o que é amar o amor. Escrito por: Greice Carolina. sete/março/dois mil e dezessete.
"(...) E te dou a certeza que Verás o meu amor No cuidado da mais bela flor No frescor do ardor E na sutileza do sabor da dor." Trecho da poesia Beatriz Greice Carolina Santos da Silva
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